quarta-feira, 19 de julho de 2017

Como monitorar a dor nas tendinopatias?

 

Saber monitorar o treinamento é obrigatório no tratamento de diversas lesões, sobretudo nos casos das tendinopatias.


Para monitor é necessário cruzar dados, como a resposta da dor durante o exercício e analisar juntamente com a percepção subjetiva de esforço de cada sessão e fase correspondente da evolução.

O ideal é que se mantenha em níveis mínimos de dor (0-3) e em alguns casos níveis moderados de dor (4-5) são aceitáveis. A tendência é que ao longo do tempo haja uma melhora nos sintomas e na tolerância das atividades.

Caso você esteja com os níveis de dor acima dos recomendados, tente modificar uma ou mais variáveis como:

Tipo de exercício (unipodal para bipodal);
  • Posição do corpo no exercício;
  • Amplitude de movimento;
  • Tipo de contração;
  • Velocidade de execução;
  • Quantidade de exercícios;
  • Tempo de descanso entre as séries e entre exercícios;
  • Duração do treino;
  • Carga dos exercícios (carga de menos é ruim e carga demais também é ruim!).

Lembrando que deve ser respeitado o tempo de recuperação correto entre as sessões para que o tendão esteja apto para um novo estímulo e desta forma evitando uma piora da tendinopatia. Esse tempo é de no mínimo 30 a 36h.




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