Saber monitorar o treinamento é obrigatório no tratamento de diversas lesões, sobretudo nos casos das tendinopatias.
Para monitor é necessário cruzar dados, como a resposta da dor durante o exercício e analisar juntamente com a percepção subjetiva de esforço de cada sessão e fase correspondente da evolução.
O ideal é que se mantenha em níveis mínimos de dor (0-3) e em alguns casos níveis moderados de dor (4-5) são aceitáveis. A tendência é que ao longo do tempo haja uma melhora nos sintomas e na tolerância das atividades.
Caso você esteja com os níveis de dor acima dos recomendados, tente modificar uma ou mais variáveis como:
Tipo de exercício (unipodal para bipodal);
- Posição do corpo no exercício;
- Amplitude de movimento;
- Tipo de contração;
- Velocidade de execução;
- Quantidade de exercícios;
- Tempo de descanso entre as séries e entre exercícios;
- Duração do treino;
- Carga dos exercícios (carga de menos é ruim e carga demais também é ruim!).
Lembrando que deve ser respeitado o tempo de recuperação correto entre as sessões para que o tendão esteja apto para um novo estímulo e desta forma evitando uma piora da tendinopatia. Esse tempo é de no mínimo 30 a 36h.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.